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Samsung Galaxy Tab S 10.5 vs. Apple iPad Air

Durante anos, a Samsung reservados a designação “S” para sua linha principal smartphone, deixando sua linha Galaxy Tab definhar na mediocridade relativa. O Tab Pro ramp as coisas, mas ainda assim caiu estável em comparação com a concorrência. Bem, a Samsung finalmente criou um tablet ele pensa que é digno da alcunha S-Galaxy Tab S 10.5.
Dispondo de uma deslumbrante exibição Quad-HD Super AMOLED e octo-core Exynos, o Tab 10.5 S enche facilmente uma folha de especificações. Mas como o seu homólogo smartphone, ele vai ter de lidar com um produto da Apple super-populares: o Air iPad

Então como é que estes juggernauts comparar? Leia sobre para um colapso side-by-side.

Vamos começar com o design. Como todos os dispositivos Samsung Galaxy, o S Tab 10.5 é feita inteiramente de plástico. Ele não vai se sentir tão bom quanto o iPad Air revestido de alumínio, mas a parte traseira texturizada deve ser melhor do que os plásticos brilhantes encontradas em produtos da galáxia mais velhos. Com apenas 0,26 centímetros de espessura e 1 £, o Tab 10.5 S é apenas um toque mais fino e mais leve que o ar iPad (0,3 polegadas e £ 1,05). Não é muito de uma vantagem, mas lembre-se maior exposição de 10,5 polegadas do Tab S.

A tela de 2560×1600 Super AMOLED é a característica marcante aqui. Ela brilha com a vibração incrível que temos vindo a esperar de AMOLED, mas a Samsung também inclui um sensor RGB para ajustar o tom da cor de luz ambiental, produzindo cores mais precisas que são mais fáceis sobre os olhos. É a mesma tecnologia encontrada no Galaxy S5 , que foi quase universalmente elogiado como o melhor exibição móvel após a libertação. Mesmo que seja quase uma polegada maior do que tela de 9,7 polegadas do iPad, a tela do Tab 10.5 S ‘s maços por mais nítidas 288 pixels por polegada, contra 264ppi do iPad.

Além disso, as comparações entre os dois dispositivos não são tão significativas. O Tab S usa um homegrown octa-core 1.9GHz Exynos 5 SoC, enquanto o iPad Air da Apple própria 64-bit A7 SoC. Nós vamos ter que esperar até que possamos executar benchmarks na Tab S em nossos laboratórios, mas é uma aposta segura que o Tab S terá potência de sobra.

 

O Tab S roda o Android 4.4 10,5 com TouchWiz da Samsung pele. Você começa suas habituais mudanças estéticas e recursos intermináveis??, mas há uma nova característica notável acrescentou. SideSync permite que os usuários com um S5 Galaxy espelhar a tela do seu telefone para o Tab 10.5 S, permitindo-lhe enviar mensagens, receber chamadas e facilmente transferir arquivos através de Wi-Fi gratuito. Multi-janela multitarefa também está aqui, que sempre foi um dos grandes atrativos do Android vs iOS.
Samsung shoehorns um scanner de impressão digital em botão home do Tab S, superando a Apple para o soco. O Tab S tem uma câmera traseira de 8 megapixels, o sensor de 5 megapixels do iPad. Há também um slot para cartão microSD, IR blaster, e dual-band Wi-Fi a bordo.
O Galaxy Tab 10.5 S certamente parece uma top-notch tablet Android, mas mesmo com manchete agarrando especificações, tablets Android tradicionalmente tiveram dificuldade em competir no preço de US $ 499. Acho que o Tab 10.5 S vale cada centavo? Deixe-nos saber o que você preferir tablet nos comentários abaixo.

Candy Crush Soda Saga já está disponível!

Se você nunca jogou Candy Crush ou sequer ouviu falar dele, sua vida pode estar um tanto quanto desconectada. Candy Crush é um título que conseguiu atrair até mesmo os usuários que não curtem jogar em seus smartphones e tablets.

O jogo que inicialmente tinha muitos problemas e erros, foi desenvolvido para ser apenas mais um jogo na Play Store, mas Candy Crush se tornou um grande sucesso mundial com milhares de downloads.

>Depois de alguns anos de sucesso, a empresa decidiu lançar uma nova versão do Candy Crush. Esse versão será diferente da anterior, pelo menos no nome. O estilo do jogo permanecerá o mesmo. Agora, o Candy Crush Soda Saga inclui bebidas. As balas agora podem ser transformar em refrigerantes e em vez de cair, elas sobem. No entanto, qualquer usuário que conheça o Candy Crush saberá que a jogabilidade está quase a mesma.
O Candy Crush Soda Saga inclui 75 níveis e será atualizado com mais níveis nos próximos messes. Atualmente está disponível apenas para Android.

UPDATE: Se o jogo aparece como não disponível para o seu país, baixe o APK aqui:

 

https://www.dropbox.com/s/pv3v7qxhohshswd/com.king.candycrushsodasaga.apk

Review Sony Xperia T2

As vendas de tablets vêm registrando quedas nos últimos meses. Em parte, isso se deve à procura crescente por smartphones com telas grandes. Ainda não dá para dizer que esta categoria caiu no gosto dos brasileiros, mas há fabricantes apostando neste segmento por aqui. Um dos exemplos mais recentes é o Xperia T2 Ultra Dual: o grandalhão da Sony começou a ser comercializado no país no final de maio.

Assim como a Nokia com seu Lumia 1320, a fabricante japonesa investe em características bem assimiladas pelo mercado brasileiro para fazer o aparelho convencer: o Xperia T2 Ultra Dual suporta dois cartões SIM; além disso, o modelo alia a sua tela de 6 polegadas e resolução HD com especificações de hardware intermediárias, o que ajuda a torná-lo mais barato: seu preço sugerido é de R$ 1.299.

Será que esta combinação apresenta uma boa relação custo-benefício? Em outras palavras, o Xperia T2 Ultra Dual consegue se sair bem no dia a dia, especialmente com vídeos e jogos, as atividades mais convidativas quando se tem uma tela tão generosa à disposição?

Design e pegada

Quando pegamos um smartphone com tela de 6 polegadas (a maioria dos fabricantes evita termos como “phablets” e “foblets” para esta categoria) pela primeira vez, ficamos vislumbrados com ela, mas, quase ao mesmo tempo, tendemos a ficar desconcertados com as dimensões físicas do aparelho.

Só que, de todos os “grandalhões” que eu já testei, o Xperia T2 Ultra Dual foi o que menos me incomodou em relação ao tamanho. O modelo conta com 165,2 mm de altura e 83,8 mm de largura, mas a sua espessura de apenas 7,7 mm ajuda bastante a torná-lo mais confortável para mantê-lo em mãos.

O peso também colabora: 173 gramas é uma medida muito boa para um dispositivo deste porte, já que o usuário o segura com menos medo de deixá-lo cair e, nas situações que exigirem, facilita o seu transporte no bolso da calça ou da blusa (desde que haja espaço, é claro).

O visual externo remete ao design que a Sony vem adotando nos modelos recentes da linha Xperia, mas isso está longe de ser uma desvantagem: o foco em linhas retas em detrimento de curvas confere ao dispositivo um aspecto de robustez que o torna bem aceito por praticamente qualquer tipo de público.

Em resumo, trata-se de um smartphone bonito. Não removível, a traseira lisa e com a já clássica textura conhecida como “black piano” reforça ainda mais esta impressão, embora traga um “efeito colateral” rapidamente perceptível: é muito fácil deixar marcas de dedos ali e qualquer risco vai aparecer de maneira “gritante”.

É interessante notar como a Sony tratou de aproveitar bem as laterais do Xperia T2 Ultra Dual, especialmente o lado direito: esta parte concentra todos os botões físicos (power, controle de volume e câmera), os slots para os cartões SIM (do tipo micro-SIM) e a entrada P2 para fones de ouvido.

A disposição dos botões físicos é bem pensada. Como tem que ser, o botão que controla a câmera é mais afastado, o que facilita seu acionamento com o celular estando em “modo paisagem”, a posição ideal para fotos e vídeos. Já o botão de liga / desliga é aquele redondo que virou marca registrada da linha Xperia. Este formato é útil porque evita que o usuário o confunda com o controle de volume logo ao lado.

Um detalhe que consegue incomodar é a fixação dos botões de volume e câmera: é possível balançá-los facilmente com os dedos. Este aspecto não atrapalha o uso, mas transmite uma sensação de fragilidade.

O lado esquerdo também é aproveitado, vale dizer. É nele que está a entrada micro-USB e o slot para cartão microSD (de até 32 GB). Como se vê, não sobrou nada para as extremidades superior e inferior.

Se você acha que usar este smartphone com uma mão só é que vai ser problema, bom, não dá para negar que esta é uma desvantagem possível em determinadas situações. Mas os botões físicos à meia altura ajudam neste aspecto. Além disso, se você der dois toques seguidos no botão Home, poderá acessar as opções da área de notificações na metade inferior da tela. A ideia não resolve o problema, mas quebra um galho.

Tela

Assistir a vídeos, visualizar fotos e rodar jogos na tela do Xperia T2 Ultra Dual é uma experiência muito boa, mas não excepcional. Isso porque as 6 polegadas do componente são complementadas com uma resolução de 1280×720 pixels e densidade de 245 ppi.

Estas especificações são suficientes para a grande maioria das aplicações, mas uma resolução Full HD (1080p) certamente combinaria melhor com uma tela tão grande – a densidade de apenas 245 ppi permite distinguir os pixels em ícones, por exemplo, ainda que com algum esforço.

Felizmente, a tela do aparelho possui níveis de brilho e contraste muito bons, assim como ótima fidelidade de cores. Mérito, pelo menos em parte, de uma tecnologia que a Sony chama de Triluminos que, basicamente, torna as cores mais vivas, mas sem saturá-las excessivamente.

No mais, a tela do T2 Ultra Dual se sai bem nas respostas aos toques, apresenta boa visualização em ângulos de visão variados e ajuste automático de brilho satisfatório.

Utilizar o aparelho em um local com muita iluminação também não é nenhum martírio: em ambientes abertos, com predominância de luz solar, sequer foi necessário deixar o brilho no nível máximo para visualizar as informações da tela.

Software e Multimídia

O Xperia T2 Ultra Dual disponível no Brasil sai de fábrica com o Android 4.3 (Jelly Bean) como sistema operacional, com uma atualização para o KitKat devendo aparecer nos próximos meses.

Só não se trata de um Android “puro”: o aparelho conta com uma interface customizada pela Sony que é simples, funcional e focada em multimídia, mas que parece não ter sido otimizada para aproveitar todo o potencial do T2.

Uma das primeiras coisas que a gente faz quando pega um smartphone novo é alternar entre as telas no início. O Xperia T2 Ultra Dual responde satisfatoriamente a estes comandos, mas quem já testou o Moto G, por exemplo, que conta com hardware similar, tem a impressão de que as animações poderiam ser um pouco mais rápidas.

Mas o que incomoda mesmo é a situação daqueles três botões do Android (Voltar, Home e Aplicativos / Menu): como eles não ficam fixos na parte inferior, basta arrastar o dedo da borda para o centro da tela para que apareçam. O problema é que, dependendo do aplicativo em execução, este retorno demora preciosos segundos ou simplesmente falha, fazendo com que você tenha que tentar mais de uma vez.

Uma das telas de início vem com um widget integrado ao aplicativo Álbum, que exibe miniaturas das fotos de maneira sequencial. Basta arrastá-las para cima ou para baixo para alternar entre as imagens. Trata-se de uma ideia interessante, mas tanto o widget quanto o app demoram de dois a três segundos para renderizar cada foto completamente, o suficiente para incomodar. Novamente, a impressão que se tem é a de que isso é coisa de software não otimizado.

Já o player de vídeo, chamada apenas de “Filmes”, se sai melhor, embora haja opções mais atraentes para a plataforma. O app roda vídeos nos formatos mais populares, como AVI e MP4, sem engasgar, além de ser compatível com legendas. No entanto, nos testes feitos para este review, o player não conseguiu exibir acentuação corretamente.

Merece menção a integração do app com o Gracenote: quando o programa consegue identificar o filme ao qual se refere o vídeo, é capaz de exibir informações adicionais, como categoria e elenco.

A parte do áudio fica a cargo do competente Walkman. Compatível com formatos como MP3, WMA e AAC, o app tem suporte a playlists, exibe um pequeno player na tela de bloqueio, organiza as faixas por artista ou álbum, pode baixar informações adicionais das músicas, funciona com o Throw (ferramenta para transmitir áudio via DLNA a uma TV, por exemplo) e tem integração com o serviço de streaming Music Unlimited, da própria Sony.

O T2 vem ainda com o Sony Select, uma loja que sugere aplicativos, games, músicas e vídeos que, quando clicados, redirecionam para o Google Play. Qual a vantagem, então? A Sony explica que o aplicativo só exibe conteúdo 100% compatível com o aparelho.

Só não foi desta vez que a companhia japonesa abandonou a prática irritante de disponibilizar o smartphone com apps que não podem ser desinstalados, exceto se o usuário “rootear” o Android. Se há contratos para distribuir estes softwares, que ao menos o usuário possa ter a opção de removê-los pelas vias convencionais.

Câmera

A câmera traseira do Xperia T2 Ultra Dual não é tão avançada quanto a que equipa o Xperia Z2, por exemplo, mas está longe de desagradar: composta por um sensor de 13 megapixels, ela é capaz de registrar fotos com resolução de até 4128×3096 pixels e vídeos em 1080p e 30 fps.

Em lugares bem iluminados, a câmera gera imagens praticamente sem ruído, apesar de ser possível notar falta de nitidez em alguns pontos um pouco mais ao fundo em relação ao objeto, mas nada que a desabone.

Fotos tiradas à noite com flash também saem bem (vide a imagem logo a seguir), mas aqui vale a regra da proximidade: com distâncias superiores a 1,5 m ou 2 m, a iluminação oriunda do LED do smartphone não se mostra suficiente. Ao menos, os ajustes automáticos conseguem compensar bem a falta de iluminação em ambientes mais escuros, embora possa faltar um pouco de cor (vide a segunda imagem abaixo).

O aplicativo da câmera é dotado de vários recursos. Nele há ferramentas para fotos panorâmicas, retratos, imagens com fundo desfocado, criação de efeitos artísticos, compartilhamento em redes sociais, além do modo manual, que permitir ativar uma cena pré-definida (para fotos noturnas ou paisagem, por exemplo) ou modificar o ISO, embora não seja possível ajustar exposição ou abertura.

Há ainda uma opção curiosa chamada AR Effect: ela utiliza realidade aumentada para inserir objetos e cenários na imagem (borboletas, efeito d’água, dinossauro, etc.). O T2 demorou um pouco para aplicar alguns destes efeitos, mas como a função serve apenas para diversão e não vai ser usada constantemente, este detalhe não chega a ser um problema.

Na gravação de vídeos, a câmera do Xperia T2 Ultra Dual também cumpre bem o seu papel. A gravação pode ser feita em 1080p e 30 frames por segundo, como já dito, o microfone consegue capturar o áudio com clareza e o estabilizador de imagem ameniza as tão inconvenientes tremidinhas, mas sem fazer milagre.

Um recurso interessantíssimo notado no review do Xperia Z2 também marca presença aqui: a possibilidade de gravar vídeos em HDR, função que é comum em muitas câmeras e smartphones, mas para o registro de fotos.

Ao contrário do eu notei em outros smartphones grandalhões, fazer fotos e vídeos com o Xperia T2 Ultra Dual não é uma tarefa desconfortável. Seu peso razoável e a espessura reduzida contribuem para esta impressão. O botão da câmera na lateral também ajuda, uma vez que está posicionado em um local onde normalmente apoiamos o dedo indicador.

Este botão também é bem-vindo por permitir acionar a câmera mesmo quando o aparelho está bloqueado, demorando de dois a três segundos para ela ficar disponível. Um segundo a menos seria mais interessante, é verdade, mas ainda assim o botão leva vantagem sobre o ritual de destravar a tela e clicar no app da câmera.

Curiosamente, o botão não é a única forma de acesso rápido à câmera: há um atalho ao lado do relógio na tela de bloqueio que também serve para ativá-la sem necessidade de senha.

A câmera frontal não foi esquecida pela Sony, mas, como de hábito, não dá para esperar muito dela: a que equipa o T2 conta com 1,1 megapixel e grava vídeos a 720p. Ela não tem muito utilidade além de videoconferências.

Hardware e desempenho

O Xperia T2 Ultra Dual é equipado com um SoC Snapdragon 400 com quatro núcleos Corte-A7 de 1,4 GHz e GPU Adreno 305, além de 1 GB de RAM. É uma configuração quase igual às especificações do Moto G, o que indica que o aparelho consegue dar conta das aplicações cotidianas, mas sem apresentar desempenho excepcional.

De fato, o Xperia T2 Ultra Dual executou vídeos e aplicativos um pouco mais exigentes, como o Google Earth e Skype em videoconferência, sem pestanejar.

O jogo Asphalt 8: Airborne também rodou bem, mas com qualidade gráfica em “regular”; na opção “alta”, o game deu algumas “congeladas” rápidas, mas nada que comprometesse seriamente a sua execução. O que pode incomodar um pouco é o aquecimento na parte traseira do T2 quando há processamento pesado.

Os resultados dos benchmarks não deixam dúvidas de que não estamos falando de um top de linha:

A capacidade de armazenamento é de 8 GB, não havendo versões com mais espaço. O problema é que apenas pouco mais da metade deste total está disponível para o usuário – o restante é ocupado pelo sistema operacional e pelos vários apps instalados de fábrica. Um cartão de memória é praticamente obrigatório, portanto. O T2 suporta microSD de até 32 GB.

Na conectividade, a única decepção fica para a ausência de 4G, que só existe na versão “single-SIM”. No mais, há 3G, Wi-Fi 802.11n, Bluetooth 4.0, DLNA, NFC e a porta micro-USB 2.0. Não notei qualquer problema no uso destas conexões.

Em relação ao áudio, o alto-falante fica na parte traseira e tem a qualidade sonora esperada para um smartphone, ou seja, sem graves e com alguma distorção no volume máximo. Para ter mais qualidade, só com fones de ouvido, como sempre.

Para quem faz questão de utilizar dois cartões SIM, o Xperia T2 Ultra Dual lida bem com eles: é possível manter os dois ativos ao mesmo tempo e definir toques distintos para cada um deles, por exemplo.Bateria

Smartphones grandes dão espaço para baterias com maior capacidade e o Xperia T2 Ultra Dual aproveita bem esta possibilidade: com 3.000 mAh, o componente apresenta autonomia suficiente para o aparelho ser usado o dia inteiro sem que você tenha que se preocupar em ter uma tomada por perto.

No primeiro teste de bateria, executei o filme Salt (1 hora e 40 minutos de duração) via Netflix mantendo o brilho da tela no nível máximo e o Wi-Fi ligado, obviamente. Ao final de quatro execuções seguidas, a carga da bateria havia pulado de 100% para 26%.

O segundo teste envolveu atividades cotidianas: uma ligação de 6 minutos, reprodução em tela cheia de um vídeo em AVI com duas horas de duração e 720p, uso do navegador e de redes sociais via 3G por cerca de uma hora, músicas pelo alto-falante também por uma hora, disparo de 15 fotos e execução do jogo Asphalt 8: Airborne por 30 minutos. Depois de tudo isso, a bateria apresentava carga de 46%.

Mas, se você achar que vai ficar longe de uma tomada por tempo suficiente para a bateria descarregar completamente, pode amenizar a situação ativando o modo STAMINA, que desliga Wi-Fi e redes móveis automaticamente quando o aparelho estiver em modo de descanso para religá-los quando a tela for ativada, além de poder limitar os recursos de hardware.

Quanto ao tempo de recarga, o T2 levou 3 horas e 40 minutos para fazer a carga passar de 10% para 100% com o aparelho ligado diretamente à tomada.

Pontos negativos

  • Resolução de 720p em uma tela de 6 polegadas;
  • É fácil deixar marcas de dedo na traseira do aparelho e na tela;
  • A interface customizada poderia ser otimizada para se adequar melhor ao hardware;
  • O dispositivo tem 8 GB de storage, mas apenas metade fica disponível para o usuário.

Pontos positivos

  • Bateria com ótima autonomia;
  • Desempenho honesto, dadas as especificações do aparelho;
  • Câmera convincente, ainda que não seja a melhor da Sony.

Conclusão

Smartphones com tela de 6 polegadas parecem desajeitados para a maioria das pessoas, mas são mesmo uma opção para quem prioriza o consumo de conteúdo e não quer ou não pode investir em um tablet. O problema é que boa parte dos modelos da categoria afasta interessados por ter preço elevado.

Com o Xperia T2 Ultra Dual, a Sony tenta encontrar um equilíbrio para oferecer o melhor custo-benefício. O modelo escorrega em alguns pontos, como a tela com resolução de 720p em vez de 1080p, mas acerta em outros, como a bateria com ótima autonomia e o suporte a dois cartões SIM, característica que é muito bem vista no Brasil.

É claro que a questão das dimensões de um dispositivo como este deve ser considerada durante a decisão de compra: a não ser que você use uma mochila ou uma bolsa, transportar o T2 não vai ser das tarefas mais triviais. Ao menos a leveza compensa naquelas situações em que você precisa segurá-lo com apenas um mão: 173 gramas é um peso muito bom para um smartphone deste porte.

Como você deve ter notado, é um desliza aqui, compensa dali. De modo geral, o aparelho consegue dar conta da maioria das aplicações, mas provavelmente não irá atender ao usuário mais exigente. Quem tem intenção de adquirí-lo precisa, portanto, estar plenamente ciente de que este é um smartphone de categoria média, do contrário, correrá o risco de se decepcionar.

Apesar dos esforços, o preço sugerido de R$ 1.299 não é de todo vantajoso se levarmos em conta as especificações de hardware. No entanto, já dá para encontrar ofertas mais vantajosas no varejo. Usando um comparador de preços, foi possível encontrar o modelo sendo vendido com preços variando entre R$ 1 mil e R$ 1,1 mil reais em lojas online no dia da publicação deste review.

Especificações técnicas

  • Bateria: 3.000 mAh (Li-Ion, não removível);
  • Câmera: 13 megapixels (traseira) e 1,1 megapixel (frontal);
  • Conectividade: 3G, Wi-Fi 802.11n, GPS, NFC, Bluetooth 4.0 e micro-USB 2.0;
  • Dimensões: 165,2 x 83,8 x 7,7 mm;
  • GPU: Adreno 305;
  • Memória externa: microSD de até 32GB;
  • Memória interna: 8 GB;
  • Memória RAM: 1 GB;
  • Peso: 173 gramas;
  • Plataforma: Android 4.3 Jelly Bean;
  • Processador: quad-core Snapdragon 400 de 1,4 GHz;
  • Sensores: acelerômetro, bússola, giroscópio e proximidade;
  • Tela: IPS de 6 polegadas com resolução de 1280×720 pixels.

10 coisas que você precisa saber sobre o Projeto Ara do Google

O projeto “Build-it-yourself” de smartphones modulares do Google é o passo mais perto de dar-lhe a oportunidade de construir o seu telefone perfeito. Ele não vai estar disponível este ano. Mas de 2015 pode ser o início de uma mudança significativa na paisagem smartphone.

O Projeto Ara faz parte do grupo de Tecnologia e Projetos Avançado ( ATAP ) . O grupo é o que o Google manteve em sua venda da Motorola Mobility para a Lenovo. O projeto é um plano ousado para criar uma plataforma de hardware do smartphone de código aberto . Usuários iriam começar com um pedaço de hardware base conhecida como Endo . Recursos seriam adicionados ao Endo como módulos de plug- and-play .

Estes módulos podem ser uma câmera , bateria , rádio sem fio , realmente qualquer coisa que parceiros possam pensar. Os módulos hot-swappable dariam aos usuários o poder de criar um telefone que funciona exatamente como eles querem . Para usuários avançados , um segundo módulo de bateria pode ser adicionado a um Endo . Se o seu telefone é a sua câmera principal , você pode adicionar o melhor módulo de câmera disponível.

Estes módulos serão construídos pelos desenvolvedores usando o MDK (Módulo Developers Kit ) divulgado hoje no evento Projeto Ara . É uma nova maneira de construir um smartphone que poderia beneficiar os usuários e desenvolvedores. Isto é o que sabemos até agora .

Disponibilidade: O telefone ainda está nas fases iniciais de desenvolvimento . Mas um telefone introdutório é esperado em algum momento de 2015.

Custo:  Google está esperando para introduzir um a nível de entrada “Grey Phone” para o mercado que vai custar US $ 50 a produzir . Paul Eremenko , chefe do “Project Ara” foi rápido em apontar que o preço de rua do telefone seria determinado por parceiros de comércio . O Google também está planejando um telefone high-end com um custo de produção de $ 500. Como o “Grey Phone”, é um custo de fabricação e não o preço de rua .

Tamanho: Google exibiu o protótipo “medium” Ara hoje. O tamanho está em linha com um iPhone ou Samsung Galaxy S5 . Um mini telefone é também descrito no MDK e um grande telefone para os fãs da linha Samsung Galaxy Note está no roadmap de produtos .

Módulos: Os “tiles”, conhecidos como módulos irão se conectar ao esqueleto do telefone, conhecido como o Endo via imãs eletropermanentes. Quando os ímãs são atingidos com um pulso “On” elétrico, irá criar um vínculo sólido entre a Endo e módulo. Quando eles são atingidos com um pulso de “Off”, os ímãs vão quebrar o vínculo e você pode substituir o módulo. Os ímãs não precisam de uma carga constante para manter um vínculo. Estes módulos serão criados por vários desenvolvedores que usam a fonte MDK aberto que foi lançado hoje. Câmeras , antenas , baterias , processadores, e tudo o que pode se encaixar em uma concha módulo estarão disponíveis. As cascas desses módulos serão impressas em 3D em  projeto especificado de um usuário.

Comprar Módulos : O Google vai ter um site de comércio eletrônico que irá trabalhar ao lado da loja do Google Play. Como comprar um aplicativo, você será capaz de comprar módulos online. Para ajudá-lo a decidir quais módulos para comprar , o Google tem três sistemas possíveis . Um deles é vender o “Grey Phone” e permitir que os usuários comprem módulos através de um aplicativo que demonstre a funcionalidade do módulo. O segundo é a utilização de telefone de um amigo no modo convidado para testar módulos do telefone . A terceira opção é quiosques pop -up físicas.

Atualizando Android: Atualmente , o Android não suporta um sistema modular, mas o sistema operacional está sendo atualizado para apoiá-lo , com uma data de lançamento prevista de início de 2015 .

Protótipo: Um protótipo de pré-produção será mostrado em setembro deste ano. O protótipo atual mostrado no evento Projeto ARA não tem o sistema de ímã eletropermanente . Ele usa clips para manter os módulos no lugar.A questão da energia também ainda está sendo trabalhado. E, infelizmente, protótipo de hoje tinha uma tela rachada. ( haha wut ? ) Embora Paulo Eremenko brincou dizendo que a tela do telefone pode ser rapidamente substituído por um módulo diferente no futuro.

Os módulos podem ter várias funções: Um módulo pode suportar tantos recursos como um desenvolvedor pode colocar nele. Um módulo de display voltado para trás também pode ser uma pequena bateria para compensar o consumo de energia do monitor . Se ele se encaixa dentro das restrições físicas do módulo, pode ser fabricado.

Por que você deve se preocupar : telefones do Projeto Ara deverão ter uma vida de cinco a seis anos – muito mais do que seu smartphone atual. Em vez de atualizar o seu telefone a cada dois anos , você economiza para os mais recentes módulos. O objetivo é que, quando um novo processador ou uma câmera de altos megapixels for introduzida, vai estar disponível como um módulo para os proprietários de Ara para comprar. Além disso, como o protótipo no evento de hoje , quando você quebrar a tela , você pode rapidamente substituí-lo por um módulo.

Por que os desenvolvedores devem se preocupar : O sistema modular é uma maneira para os desenvolvedores criarem um dispositivo que se conecta diretamente a um telefone com a necessidade de projetar e construir um pedaço de hardware. Ele remove a maior parte dos elementos de design industrial e de ter que lidar com Bluetooth ou Wi -Fi para conectividade. Além disso, haveria um mercado integrado de usuários prontos para personalizar seus telefones com qualquer funcionalidade específica que desenvolvedores possam construir .
Google está apostando em um futuro onde as funções são o que você atualizar, não o telefone. E também na esperança de obter um esqueleto de telefones Ara nas mãos de usuários de telefones top . Se ele conseguir desenvolvedores para começar a construção de módulos , o seu próximo telefone poderia ser mais como blocos de Lego individuais em vez de um único tijolo .

Google começa a scanear TODOS os apps em busca de malwares

O Google está tomando novas medidas para garantir os usuários do Android estão protegidos contra malware e outras aplicações prejudiciais.

A empresa anunciou quinta-feira que está expandindo seu serviço de verificação de aplicativo para monitorar todos os aplicativos nos dispositivos dos usuários – incluindo aqueles baixados do Google Play Store.

Anteriormente, quando o serviço “Verified Apps” foi ativado, somente aplicativos de lojas de aplicativos de terceiros foram verificados, e só após a instalação. Agora o “Verified Apps” irá verificar todos os aplicativos antes de ser instalado – e irá verificar regularmente se todos os aplicativos instalados de um usuário estão “se comportando de uma maneira segura. “

” Como os aplicativos potencialmente perigosos são muito raros, a maioria das pessoas nunca vai ver um aviso ou qualquer outra indicação de que eles têm essa camada adicional de proteção “, disse o engenheiro de segurança Android Rico Cannings em um post de blog . ” Mas esperamos que um pequeno número de pessoas vejam as advertências, como resultado desta nova capacidade. ”

Google já tem um sistema, de codinome ” Bouncer “, que analisa cada aplicativo carregado para o Play Store para malware. Mas este serviço não verifica os aplicativos a partir de lojas de terceiros ou aplicativos que já foram baixados.

A configuração de “Verified Apps”, encontrado no menu configurações de segurança na maioria das versões do Android, é ativada por padrão em smartphones e tablets Android.

Moto G: O ponto de mudança para os Smartphones

Os dias de smartphones baratos com opções despojadas, bem abaixo dos especificações dos dispositivos mais caros estão pra acabar.

Para ser justo , é um processo que está em curso há algum tempo , auxiliado pela decisão do Google e LG para o Nexus 4 2012 ser lançado com preço tão baixo, juntamente com a Nokia com o ultra- barato, mas cheio de possibilidades, o Lumia 625 , que impressionou críticos desde o seu lançamento no início deste ano .

Mas não é muito sugerir que os novos Moto G apontam para uma época em que smartphones irão custar menos de 100 dólares, SIM- free,  e ainda virem com o tipo de especificações que até agora têm sido associados com os Samsung Galaxy topo de linha  e iPhone, da Apple .

Lançada no início desta semana , o Moto G custa apenas 135 libras para o modelo de 8GB de entrada sem um cartão SIM.

No entanto, ele vem com um processador quad -core, uma tela de alta definição de 4,5 polegadas , uma câmera mais do que suficiente de cinco megapixels e Android 4.3 Jelly Bean , que será atualizado para o mais recente Android 4.4 KitKat em janeiro.

Para um telefone carregado de beleza e tecnologia para custar tão pouco (por contrato, começa em apenas £ 11 por mês), mostra que a Motorola, e mais importante o seu proprietário, o Google , quer desencadear uma nova corrida neste extremamente competitivo do mercado .

Poucos fabricantes conseguirão ser capazes de explicar aos consumidores porque seus telefones custam muito mais quando as especificações que eles têm a ofertar são muito próximas do Moto G.

Há questões que Motorola e Google enfrentam no sentido de garantir uma rápida adoção do dispositivo.

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Motorola continua a ser algo de uma quantidade desconhecida , sua marca diluída após anos de luta no espaço móvel .

Mas superar isto e trazer o Moto G a atenção da mídia e toda a indústria, pode ser forçada a mudar .

O Moto G reescreve o livro sobre o que um smartphone barato deve ser. E isso significa que a Samsung, HTC e LG , talvez até mesmo a Apple , terão que responder .

Oferecer recursos do ano passado em um pacote forjado não vai mais funcionar.

Com o Android KitKat capaz de trabalhar com dispositivos de baixa potência , deveríamos estar vendo um monte de coisas mais do Google no setor de baixo orçamento.

Isso é preocupante para a Apple e a Microsoft , que simplesmente não podem igualar os números de adoção do Android.

Muito mais preocupante , porém, é que o Moto G vai elevar as expectativas dos consumidores , mas potencialmente reduzir os lucros.

 

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[Review] Samsung Galaxy Note 3 – Preste atenção no phablet mais poderoso do momento

É difícil acreditar que já estamos três gerações em um dispositivo que lançou uma categoria que poucos acharam que iria decolar . Samsung Galaxy Note 3 é um refinamento bacana do  phablet mainstream da companhia, e continua a ser uma excelente combinação de potência e praticidade em um celular gigante. Também é muito mais poderoso do que o Galaxy Mega, apesar de exibição ainda maior no último do telefone. O Galaxy Note 3 é o mais poderoso phablet que já testamos até agora.

Design, Exibição e controles

Galaxy_note3_5Ninguém vai confundir o Galaxy Note 3 com um smartphone regular. Ele mede 5,95 por 3,12 por 0,33 polegadas ( ALP) e pesa 167.82 gramas, o que o torna um pouco mais fino e mais leve do que o modelo do ano passado. Eu realmente gosto dos novos lados da Note 3, as margens são planas, não afilado , e há uma faixa cromada plástico gravado com sulcos que faz segurar um dispositivo grande como este fácil. O resto do conforto vem do painel traseiro de couro sintético costurado, que é plana para salvar uma pequena saliência levantada para o sensor da câmera e flash. A aparência geral é mais classuda do que a Note 2 do e um bom passo a frente que o corpo de policarbonato de costume da Samsung .

O visor Super AMOLED de 5,7  polegadas, com 192o x 1 o8o pixels e 386ppi é cativante , com cores vibrantes , pretos profundos e ângulos de visão amplos. Digitar no teclado na tela é muito fácil , mesmo em modo retrato , e eu adoro ter a linha extra de teclas numéricas no topo. Abaixo da tela estão dois menus capacitivos e o botão Voltar , que ficam escondidos até que você aperte eles, e um botão Home em  hardware de grandes dimensões no centro.

O lado esquerdo contém um controle de volume, e no lado direito o botão Power. No topo você encontrará um fone de ouvido de 3,5 mm e sensor infravermelho . A borda inferior do telefone abriga um micro conector USB 3.0, que carrega o telefone e transfere dados mais rapidamente , quando ligado a um computador, assim como um alto-falante mono e um pequeno microfone. Sendo este um produto Note, você também terá uma stylus , que encaixa perfeitamente na borda inferior direita do telefone.

CONECTIVIDADE E QUALIDADE DE CHAMADAS

Galaxy_note3_4O Note 3 é tem conexão EGDE  quad -band ( 850/900/1,800 /1,900 MHz ) , quad -band HSPA + 42 (850 / 1,700 / 1,900 /2,1oo MHz ) e 4g LTE. Você também terá WI-FI 8o2.11a/b/g/n/ac, GPS, NFC e Bluetooth 4.0.

As chamadas de voz tem som claro e nítido, e cheio no fone de ouvido, e fica muito alto. Transmissões através do microfone não são tão boas, com alguns silvos detectáveis ??em torno de palavras , e um pouco de vazamentos de ruído da rua externos através do microfone. A recepção parece forte . Chamadas de som ficam boas com um fone de ouvido Bluetooth Jawbone Era. O alto-falante mono soa alto e claro , e não deve ser problema para usar ao ar livre.

HARDWARE, OS E APPS

Galaxy_note3_2O Note 3 vem com um processador Qualcomm quad-core Snapdragon 800 2.26GHz, juntamente com 3GB RAM e Android 4.3 Jelly Bean, que é a versão mais recente do sistema operacional. Este é um processador rápido , que arrasou todos os testes de benchmark que correu, e percebemos que não há soluços quando estiver jogando até o jogo mais monopolizador de recursos que você pode comprar a partir do Google Play Store . Tal como acontece com todos os dispositivos Samsung Galaxy , o Note 3 está muito longe de ser Android Stock como você imagina . Mas no uso do dia-a – dia, o Note 3 sempre pareceu rápido para mim e não se incomodou em qualquer lugar.
Há cinco telas iniciais que você pode personalizar e alternar entre eles. O novo Air Command é uma bolha de meia-lua que se abre quando você retira a caneta , ou quando você passar a ponta sobre a tela e pressionar o botão, graças ao sensor de proximidade da caneta. Através dele você pode disparar até um bloco de notas Post- It, salvar itens da tela e salvá-los em um scrapbook virtual, anotar screenshots, pesquisar no seu dispositivo, ou usar uma versão melhorada de janelas múltiplas que aumenta a multitarefa, permitindo múltiplas janelas redimensionáveis ??com diferentes tarefas atuais em execução. Você também pode arrastar e soltar aplicativos em janelas diferentes com mais facilidade do que antes.

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O S Note permanece divertido de usar, um app de anotações completo, repleto de mensagem de voz, vídeo, imagens, ferramentas de ilustração , uma prancheta , a nova página de recados , e integração com o Google Maps. A caneta sensível à pressão escreve com precisão, e 1080p parece ser uma suficiente resolução que você não vê nenhuma pixelização , mesmo quando se escreve pequeno .

Mesmo que o S Health seja um excelente forma de acompanhar a sua saúde, e o modo de janela múltipla seja bastante acessível, alguns dos bloatware são praticamente inúteis e continua a minar a estabilidade do OS. O Samsung Hub é uma abominação , que existe apenas para vender media DRM que só funciona em dispositivos Samsung , e é totalmente redundante com a Play Store , do Google. S Voice, apesar de bom, realmente não realiza qualquer coisa que você não possa fazer com o Google NOW. Com apenas os aplicativos padrão instalado , vi alguns diálogos de erro de processo, apenas com o telefone sobre a mesa , o que não é inspirador de confiança . E, infelizmente, este é um telefone voltado a caixas de diálog , cada vez que eu fiz algo novo para testá-lo, a Samsung mostrou um grande diálogo com instruções mais distantes , e muitas vezes ainda outro EULA para concordar.

MULTIMÍDIA , CÂMERA E CONCLUSÕES

Galaxy_note3Há um espaço de 32GB de armazenamento interno , mas a enorme quantidade de software pré-carregado da Samsung alcança mais de 7GB do total, deixando 24,966 disponível para seus aplicativos e mídia. Meu cartão SanDisk 64GB funcionou bem no slot microSD sob a tampa da bateria. Todas as nossas músicas de teste tocaram e soaram muito bem através de um headseat Bluetooth Plantronics BackBeat Go stereo. Nossos arquivos de filme 1o8op , incluindo H.264 e Xvid , ficaram fabulosos no modo tela cheia , embora arquivos DivX não funcionaram.

A Samsung inclui uma câmera de até 13 megapixels com AutoFocus no Note 3 , combinando com a do Galaxy S4. Sendo uma câmera Samsung, há muitas características e modos extras , incluindo um Eraser útil que elimina uma pessoa a partir de uma série de fotos , Best Face para mesclar fotos de grupo e obter a expressão correta do rosto de cada pessoa, e Rich Tone (HDR ) para intensificar a cor e melhorar o contraste . A câmera principal é rápido para focar e disparar, mas os disparos são soft – claramente de “câmera de celular” e não câmeras de qualidade point-and -shoot, e a qualidade das fotos da câmera frontal são utilizáveis, apenas deixando as cores um pouco quente . O lado vídeo é excelente: tanto os registros das câmeras da frente e da principal são lisas, com vídeo de 1080p a 30 quadros por segundo, e a estabilização da câmera traseira e detalhes ficam ótima aparência .

Você deve pegar um telefone ou um phablet ? A Samsung não torna essa decisão fácil, graças à sua variedade estonteante de dispositivos com todos os tipos de tamanhos de tela . Por exemplo, o Mega traz um display ainda maior de 6.3 polegadas , mas é menor em resolução , e seu processador dual-core é significativamente mais fraco que o chip quad-core, do Note 3 . Vendo por um outro lado , o Galaxy S4 ainda tem uma tela de 5 polegadas, e porque é também 1o8op , a densidade de pixels é ainda mais apertada.

Afinal, o Galaxy Note 3 é o melhor phablet no mercado. Não havia muita coisa errada com o Galaxy Note 2, que alguns acertos de especificação e refinamentos de software não poderiam consertar , e nós basicamente conseguimos eles aqui.

[Review] Galaxy Gear – Smartwatch da Samsung não é tão esperto assim

Já é a hora dos smartwatchs? Ainda não, pelo menos se a tomarmos por base o Galaxy Gear da Samsung. Como outros smartwatches atualmente no mercado , não é um produto autônomo e sim companhia para o seu smartphone ou tablet Galaxy Samsung . O Gear é um acessório bonito e com certeza tem potencial, mas algumas confusões operacionais graves o tornam mais um projeto de ciência atraente do que qualquer coisa que valha a pena comprar agora .

Design, Display e Hardware

Galaxy GearO Galaxy Gear atualmente só funciona com o novo Galaxy Note 3 e o Galaxy Note 10.1. A Samsung diz que produtos adicionais serão compatíveis assim que forem sendo atualizados para o Android 4.3  – o Galaxy S4 está no topo da lista de prioridades – mas ainda sim apenas da Samsung. Isso faz do Gear um acessório de U$ 300 que praticamente garante o seu próximo telefone também terá que ser da Samsung , se você quer continuar trabalhando. Para esta avaliação, o Gear foi testado com um Galaxy Note 3 .

O Gear mede 1,45 por 2,23 por 0,44 polegadas (ALP) e pesa 73.7 gramas, sem contar a pulseira de plástico flexível . O fecho de metal é duro, mas preciso, teve que ser pressionado com bastante firmeza para fechá-lo, mas ficou onde estava,  e abriu sem muita dificuldade.

A melhor coisa sobre o Gear é a sua tela . O display quadrado de Super AMOLED de  1,63 polegadas tem uma resolução de  32o x 32o pixels, cores vibrantes e pretos profundos , e está rodeado por uma moldura de metal. No lado superior da pulseira você encontrará o sensor de câmera de 1.9 megapixels, e no lado direito do quadro tem um botão Power / Home , não há outros controles de hardware.

Uma das razões para o que o smartwach Pebble use um display e-paper é para preservar a vida da bateria. O visor do Pebble pode ser preto e branco e de baixa resolução , mas pode ficar ligado continuamente . Em contraste, o Gear fica escuro na maioria das vezes para conservar a bateria , sendo necessário você agitar o relógio ou pressionar o botão Power para despertá-lo.

Dentro do Gear há um processador de 8ooMHz , 512MB RAM, Bluetooth 4.0, um acelerômetro e um giroscópio , mas nenhum sensor de proximidade ou bússola. Há também 4 GB de memória flash interna para o armazenamento de aplicações , fotos e vídeos gravados.

Carregamento, Setup e Interface

Galaxy GearPara carregar o Gear, inexplicavelmente, é preciso inseri-lo em um suporte de couro incluído que cabe apenas o corpo do relógio em si , não a pulseira . Então, você conecta o cabo micro USB carregador na parte de trás do berço, e o adaptador de energia na parede. É bastante fácil, mas o ideal é que você não precisasse do suporte em tudo, e que bastasse ligar o carregador direto no Gear.

A Samsung diz que o Gear aguenta até cerca de 25 horas com uma carga , dependendo de quanto você usá-lo . Com uso moderado durante todo o dia , o relógio ainda tinha 68 por cento da bateria na manhã seguinte, que é melhor do que eu esperava.

Para começar com o Gear, você precisa instalar o aplicativo gratuito Gear Manager no seu telefone ou tablet. Você pode fazer isso via NFC , basta tocar na base de carregamento na parte de trás do telefone ou tablet, quando aparece uma caixa de diálogo para instalar o aplicativo . Uma vez que você tiver feito isso, você liga o Gear, enconste o berço até a parte de trás do telefone de novo, e ele automatiza o emparelhamento. Neste ponto, é preciso concordar com várias EULA , bem como atualizar a loja Samsung Apps no telefone.

Uma vez ligado, a face do relógio fica no padrão para mostrar a hora, o dia , a data e as condições de temperatura e tempo atuais. Há uma abundância de relógios personalizados no menu Configurações, e você pode baixar os adicionais da loja de aplicativos Samsung (mais sobre isso depois). Deslize para a direita e você vai entrar , um pouco lentamente, nas Notificações, S Voice, Mensagens de voz, Galeria, Media Controller, Pedômetro, Configurações , Aplicativos, Logs e Contatos antes de retornar à exibição padrão . Deslize para baixo e você vai abrir o aplicativo de câmera; arraste para cima e você vai ter uma calculadora.

Aplicativos e Peculiaridades da Interface

Galaxy GearVocê só pode ver um ícone do aplicativo de cada vez, e não há nenhum botão voltar , você tem que clicar no botão Power / Home , e que o leva de volta para a tela de abertura, o que pode forçá-lo a deslizar através de múltiplas telas novamente para verificar outra configuração . Outro problema: Toda vez que você tira o Gear do Sleep , ele retorna para a exibição da hora, e não na tela em que estava.

A maioria dos aplicativos embutidos trabalha praticamente como anunciado , eles são todos simples, nada de especial. O Controlador de mídia traz o volume, pular faixa e os botões Play / Pause para o seu telefone . Logs mostra as chamadas recentes. O Gear pega seus contatos do Google a partir do telefone . Para sair de cada aplicativo, você deve pressionar o botão Power / Home ou arrastar para cima para voltar uma página. Notificações mostra alertas recentes , tais como chamadas perdidas e mensagens de texto, mas não atualizações de software ou aplicativos. Não há nenhuma maneira de verificar e-mail através do relógio, que é um descuido estranho.

Setenta aplicativos adicionais estão otimizados para o Gear, divididos em categorias na loja de aplicativos da Samsung . No momento da publicação , havia quatro aplicativos de Entretenimento , um app de Finanças, três aplicativos de Fitness e uma dúzia de cada  em Estilo de vida, Redes sociais, Utilitários e Relógio, com alguma sobreposição entre os dois últimos. Poucos destes são interessantes, com as possíveis exceções de títulos de maior destaque, como o Evernote e MyFitnessPal e a Samsung domina com sua plataforma de chat, o ChatOn além de não ter nenhum “killer-app” de terceiros disponíveis atualmente .

Chamadas de voz , Câmera e Conclusões

Galaxy Gear Camera
A Camera de 1.9MP fica localizada na pulseira

Para chamadas de voz, há dois microfones embutidos, um dos quais lida com supressão de ruído, e há um alto-falante mono. A qualidade de voz é muito metálica, e não muito alta, embora a minha própria voz soou clara o suficiente através do microfone. Além disso, o S Voice geralmente reconheceu meus comandos, inclusive para a discagem por voz, mas levou alguns segundos para processar cada um. Você também pode ditar mensagens de texto, mas é na tentativa e erro, assim como nos smartphones Galaxy.

Falando em fotos, a câmera de 1.9 megapixel com autofoco é divertida de usar. Você ativa a câmera arrastando para baixo a partir de qualquer tela inicial, e , em seguida, dispara tocando na tela em um local de foco. É muito rápido para tirar fotos ao ar livre , mas atrasa vários segundos para focar dentro de casa. As fotos podem ser 1392 por 1392 ou 1280 por 960, e se parecem com aqueles que você consegue a partir de uma boa câmera frontal de um smartphone: um pouco impreciso, mas com bom detalhamento tanto dentro quanto ao ar livre. A compensação de exposição estava desligada, entretanto; uma foto de um prédio de tijolos ficou boa quando pegou a foto inteira , mas apontando o Gear para uma rua ensolarada, acabou ficando com muitos pedaços escuros em áreas sombreadas .

Um ícone permite que você alterne para a câmera de vídeo, que você pode configurar para gravar em  1280 x 72o pixel ( 720p ) ou 64o x 64o em arquivos MP4 H.264  Ambos os tamanhos de vídeo reproduziram sem problemas, embora não haja estabilização de imagem. O tempo de gravação é limitado a 15 segundos por vídeo, o que é muito limitante.

No momento, há poucas alternativas de SmartWatch tão poderosos como o Gear, mas a maioria é mais fácil de trabalhar. A principio, a escolha mais lógica seria o Pebble, que custa metade do preço, tem bateria muito mais duradoura, trabalha com dispositivos iOS e Android e suporta hacks interessantes, como receitas ifttt. Mas o Pebble não pode fazer chamadas, e ele não tem uma tela a cores e uma câmera. Não é um produto tão ambicioso, mas é muito mais fácil para recomendar pelo que ele é.

Tudo dito, é melhor pegar um Pebble agora e ir se divertindo com ele, ou ficar a espera de revisões inevitáveis ??da Samsung para o Gear  . Alguns especialistas acreditam que o Gear faz o uso dos enormes telefones da Samsung mais interessante??, mas eu não acho que vai ser um fator determinante, pois as pessoas gostam dos enormes telefones da Samsung . Realmente, é apenas que US $ 300 é bastante para gastar em algo que é mais frustrante do que agradável de usar , e que precisa de um longo ciclo de desenvolvimento ainda. O Galaxy Gear é definitivamente mais bacana do que eu esperava, mas não vale a pena comprar ainda.

Galaxy Gear

Com informações da PC Magazine.