Arquivo da categoria: Textos

Os deuses antigos e os novos: um guia para as religiões de Game of Thrones

Esta história contém spoilers para Game of Thrones, incluindo o episódio que foi ao ar em 5 de junho. Prossiga por sua conta e risco.

O Deus Afogado. “The Seven”. O Senhor da Luz. A mãe. O pai. Os deuses antigos e os novos. R’hollor.

“A noite é escura … e cheia de teologia”.

O mundo de Game of Thrones não é apenas dominado pela magia e dragões, mas por uma grande variedade de religiões. Em temporadas passadas, pode ter sido mais fácil acompanhar as divindades e panteões pelos quais oravam os moradores de Westeros e de sua vizinha, Cidades Livres, mas a Sexta Temporada chegou intensificando os confrontos entre as fés, bem como o secular e o divino.

the old gods

Os Deuses Antigos

Os Deuses Antigos são adorados em Westeros há mais tempo do que a maioria dos outros mitos e lendas. Não há iconografia real para esses deuses sem nome; eles simplesmente existem como rostos na casca preta e cinzenta de árvores represeiro. A religião mística representa os espíritos das florestas e do mundo circundante, bem como as conexões com os animais e os selvagens.

Eles eram adorados pelas Crianças da Floresta, a quem Bran tem encontrado em sua viagem para o Norte. Após os conquistadores Primeiros Homens desembarcarem em Westeros (milhares de anos antes das histórias sobre Game of Thrones), pelejaram com as crianças e reduziram algumas dessas árvores. Os Primeiros Homens finalmente fizeram as pazes com os filhos, apenas para ser seguido pelo conquistadores Ândalos  (outra raça conquistadora antiga), que trouxe sua própria religião: Fé dos Sete.

O único culto moderno remanescente dos antigos deuses está no Norte. Os Starks e outras casas do Norte fazem suas orações no Bosque Sagrado, bosques onde as árvores represeiros crescem. É também uma parte importante da religião dos selvagens, já que represeiros são mais abundantes além do muralha.

Os deuses antigos também são creditados como tendo poderes, como a Visão Verde (Greensight), as visões premonitórias que Jojen Reed possuía. (Se você não se lembra de Jojen, ele acompanhou Bran ao norte da muralha com sua irmã Meera, mas foi morto por esqueletos.) Wargs como Bran Stark também estão em seu domínio.

Continue lendo Os deuses antigos e os novos: um guia para as religiões de Game of Thrones

Review Sony Xperia T2

As vendas de tablets vêm registrando quedas nos últimos meses. Em parte, isso se deve à procura crescente por smartphones com telas grandes. Ainda não dá para dizer que esta categoria caiu no gosto dos brasileiros, mas há fabricantes apostando neste segmento por aqui. Um dos exemplos mais recentes é o Xperia T2 Ultra Dual: o grandalhão da Sony começou a ser comercializado no país no final de maio.

Assim como a Nokia com seu Lumia 1320, a fabricante japonesa investe em características bem assimiladas pelo mercado brasileiro para fazer o aparelho convencer: o Xperia T2 Ultra Dual suporta dois cartões SIM; além disso, o modelo alia a sua tela de 6 polegadas e resolução HD com especificações de hardware intermediárias, o que ajuda a torná-lo mais barato: seu preço sugerido é de R$ 1.299.

Será que esta combinação apresenta uma boa relação custo-benefício? Em outras palavras, o Xperia T2 Ultra Dual consegue se sair bem no dia a dia, especialmente com vídeos e jogos, as atividades mais convidativas quando se tem uma tela tão generosa à disposição?

Design e pegada

Quando pegamos um smartphone com tela de 6 polegadas (a maioria dos fabricantes evita termos como “phablets” e “foblets” para esta categoria) pela primeira vez, ficamos vislumbrados com ela, mas, quase ao mesmo tempo, tendemos a ficar desconcertados com as dimensões físicas do aparelho.

Só que, de todos os “grandalhões” que eu já testei, o Xperia T2 Ultra Dual foi o que menos me incomodou em relação ao tamanho. O modelo conta com 165,2 mm de altura e 83,8 mm de largura, mas a sua espessura de apenas 7,7 mm ajuda bastante a torná-lo mais confortável para mantê-lo em mãos.

O peso também colabora: 173 gramas é uma medida muito boa para um dispositivo deste porte, já que o usuário o segura com menos medo de deixá-lo cair e, nas situações que exigirem, facilita o seu transporte no bolso da calça ou da blusa (desde que haja espaço, é claro).

O visual externo remete ao design que a Sony vem adotando nos modelos recentes da linha Xperia, mas isso está longe de ser uma desvantagem: o foco em linhas retas em detrimento de curvas confere ao dispositivo um aspecto de robustez que o torna bem aceito por praticamente qualquer tipo de público.

Em resumo, trata-se de um smartphone bonito. Não removível, a traseira lisa e com a já clássica textura conhecida como “black piano” reforça ainda mais esta impressão, embora traga um “efeito colateral” rapidamente perceptível: é muito fácil deixar marcas de dedos ali e qualquer risco vai aparecer de maneira “gritante”.

É interessante notar como a Sony tratou de aproveitar bem as laterais do Xperia T2 Ultra Dual, especialmente o lado direito: esta parte concentra todos os botões físicos (power, controle de volume e câmera), os slots para os cartões SIM (do tipo micro-SIM) e a entrada P2 para fones de ouvido.

A disposição dos botões físicos é bem pensada. Como tem que ser, o botão que controla a câmera é mais afastado, o que facilita seu acionamento com o celular estando em “modo paisagem”, a posição ideal para fotos e vídeos. Já o botão de liga / desliga é aquele redondo que virou marca registrada da linha Xperia. Este formato é útil porque evita que o usuário o confunda com o controle de volume logo ao lado.

Um detalhe que consegue incomodar é a fixação dos botões de volume e câmera: é possível balançá-los facilmente com os dedos. Este aspecto não atrapalha o uso, mas transmite uma sensação de fragilidade.

O lado esquerdo também é aproveitado, vale dizer. É nele que está a entrada micro-USB e o slot para cartão microSD (de até 32 GB). Como se vê, não sobrou nada para as extremidades superior e inferior.

Se você acha que usar este smartphone com uma mão só é que vai ser problema, bom, não dá para negar que esta é uma desvantagem possível em determinadas situações. Mas os botões físicos à meia altura ajudam neste aspecto. Além disso, se você der dois toques seguidos no botão Home, poderá acessar as opções da área de notificações na metade inferior da tela. A ideia não resolve o problema, mas quebra um galho.

Tela

Assistir a vídeos, visualizar fotos e rodar jogos na tela do Xperia T2 Ultra Dual é uma experiência muito boa, mas não excepcional. Isso porque as 6 polegadas do componente são complementadas com uma resolução de 1280×720 pixels e densidade de 245 ppi.

Estas especificações são suficientes para a grande maioria das aplicações, mas uma resolução Full HD (1080p) certamente combinaria melhor com uma tela tão grande – a densidade de apenas 245 ppi permite distinguir os pixels em ícones, por exemplo, ainda que com algum esforço.

Felizmente, a tela do aparelho possui níveis de brilho e contraste muito bons, assim como ótima fidelidade de cores. Mérito, pelo menos em parte, de uma tecnologia que a Sony chama de Triluminos que, basicamente, torna as cores mais vivas, mas sem saturá-las excessivamente.

No mais, a tela do T2 Ultra Dual se sai bem nas respostas aos toques, apresenta boa visualização em ângulos de visão variados e ajuste automático de brilho satisfatório.

Utilizar o aparelho em um local com muita iluminação também não é nenhum martírio: em ambientes abertos, com predominância de luz solar, sequer foi necessário deixar o brilho no nível máximo para visualizar as informações da tela.

Software e Multimídia

O Xperia T2 Ultra Dual disponível no Brasil sai de fábrica com o Android 4.3 (Jelly Bean) como sistema operacional, com uma atualização para o KitKat devendo aparecer nos próximos meses.

Só não se trata de um Android “puro”: o aparelho conta com uma interface customizada pela Sony que é simples, funcional e focada em multimídia, mas que parece não ter sido otimizada para aproveitar todo o potencial do T2.

Uma das primeiras coisas que a gente faz quando pega um smartphone novo é alternar entre as telas no início. O Xperia T2 Ultra Dual responde satisfatoriamente a estes comandos, mas quem já testou o Moto G, por exemplo, que conta com hardware similar, tem a impressão de que as animações poderiam ser um pouco mais rápidas.

Mas o que incomoda mesmo é a situação daqueles três botões do Android (Voltar, Home e Aplicativos / Menu): como eles não ficam fixos na parte inferior, basta arrastar o dedo da borda para o centro da tela para que apareçam. O problema é que, dependendo do aplicativo em execução, este retorno demora preciosos segundos ou simplesmente falha, fazendo com que você tenha que tentar mais de uma vez.

Uma das telas de início vem com um widget integrado ao aplicativo Álbum, que exibe miniaturas das fotos de maneira sequencial. Basta arrastá-las para cima ou para baixo para alternar entre as imagens. Trata-se de uma ideia interessante, mas tanto o widget quanto o app demoram de dois a três segundos para renderizar cada foto completamente, o suficiente para incomodar. Novamente, a impressão que se tem é a de que isso é coisa de software não otimizado.

Já o player de vídeo, chamada apenas de “Filmes”, se sai melhor, embora haja opções mais atraentes para a plataforma. O app roda vídeos nos formatos mais populares, como AVI e MP4, sem engasgar, além de ser compatível com legendas. No entanto, nos testes feitos para este review, o player não conseguiu exibir acentuação corretamente.

Merece menção a integração do app com o Gracenote: quando o programa consegue identificar o filme ao qual se refere o vídeo, é capaz de exibir informações adicionais, como categoria e elenco.

A parte do áudio fica a cargo do competente Walkman. Compatível com formatos como MP3, WMA e AAC, o app tem suporte a playlists, exibe um pequeno player na tela de bloqueio, organiza as faixas por artista ou álbum, pode baixar informações adicionais das músicas, funciona com o Throw (ferramenta para transmitir áudio via DLNA a uma TV, por exemplo) e tem integração com o serviço de streaming Music Unlimited, da própria Sony.

O T2 vem ainda com o Sony Select, uma loja que sugere aplicativos, games, músicas e vídeos que, quando clicados, redirecionam para o Google Play. Qual a vantagem, então? A Sony explica que o aplicativo só exibe conteúdo 100% compatível com o aparelho.

Só não foi desta vez que a companhia japonesa abandonou a prática irritante de disponibilizar o smartphone com apps que não podem ser desinstalados, exceto se o usuário “rootear” o Android. Se há contratos para distribuir estes softwares, que ao menos o usuário possa ter a opção de removê-los pelas vias convencionais.

Câmera

A câmera traseira do Xperia T2 Ultra Dual não é tão avançada quanto a que equipa o Xperia Z2, por exemplo, mas está longe de desagradar: composta por um sensor de 13 megapixels, ela é capaz de registrar fotos com resolução de até 4128×3096 pixels e vídeos em 1080p e 30 fps.

Em lugares bem iluminados, a câmera gera imagens praticamente sem ruído, apesar de ser possível notar falta de nitidez em alguns pontos um pouco mais ao fundo em relação ao objeto, mas nada que a desabone.

Fotos tiradas à noite com flash também saem bem (vide a imagem logo a seguir), mas aqui vale a regra da proximidade: com distâncias superiores a 1,5 m ou 2 m, a iluminação oriunda do LED do smartphone não se mostra suficiente. Ao menos, os ajustes automáticos conseguem compensar bem a falta de iluminação em ambientes mais escuros, embora possa faltar um pouco de cor (vide a segunda imagem abaixo).

O aplicativo da câmera é dotado de vários recursos. Nele há ferramentas para fotos panorâmicas, retratos, imagens com fundo desfocado, criação de efeitos artísticos, compartilhamento em redes sociais, além do modo manual, que permitir ativar uma cena pré-definida (para fotos noturnas ou paisagem, por exemplo) ou modificar o ISO, embora não seja possível ajustar exposição ou abertura.

Há ainda uma opção curiosa chamada AR Effect: ela utiliza realidade aumentada para inserir objetos e cenários na imagem (borboletas, efeito d’água, dinossauro, etc.). O T2 demorou um pouco para aplicar alguns destes efeitos, mas como a função serve apenas para diversão e não vai ser usada constantemente, este detalhe não chega a ser um problema.

Na gravação de vídeos, a câmera do Xperia T2 Ultra Dual também cumpre bem o seu papel. A gravação pode ser feita em 1080p e 30 frames por segundo, como já dito, o microfone consegue capturar o áudio com clareza e o estabilizador de imagem ameniza as tão inconvenientes tremidinhas, mas sem fazer milagre.

Um recurso interessantíssimo notado no review do Xperia Z2 também marca presença aqui: a possibilidade de gravar vídeos em HDR, função que é comum em muitas câmeras e smartphones, mas para o registro de fotos.

Ao contrário do eu notei em outros smartphones grandalhões, fazer fotos e vídeos com o Xperia T2 Ultra Dual não é uma tarefa desconfortável. Seu peso razoável e a espessura reduzida contribuem para esta impressão. O botão da câmera na lateral também ajuda, uma vez que está posicionado em um local onde normalmente apoiamos o dedo indicador.

Este botão também é bem-vindo por permitir acionar a câmera mesmo quando o aparelho está bloqueado, demorando de dois a três segundos para ela ficar disponível. Um segundo a menos seria mais interessante, é verdade, mas ainda assim o botão leva vantagem sobre o ritual de destravar a tela e clicar no app da câmera.

Curiosamente, o botão não é a única forma de acesso rápido à câmera: há um atalho ao lado do relógio na tela de bloqueio que também serve para ativá-la sem necessidade de senha.

A câmera frontal não foi esquecida pela Sony, mas, como de hábito, não dá para esperar muito dela: a que equipa o T2 conta com 1,1 megapixel e grava vídeos a 720p. Ela não tem muito utilidade além de videoconferências.

Hardware e desempenho

O Xperia T2 Ultra Dual é equipado com um SoC Snapdragon 400 com quatro núcleos Corte-A7 de 1,4 GHz e GPU Adreno 305, além de 1 GB de RAM. É uma configuração quase igual às especificações do Moto G, o que indica que o aparelho consegue dar conta das aplicações cotidianas, mas sem apresentar desempenho excepcional.

De fato, o Xperia T2 Ultra Dual executou vídeos e aplicativos um pouco mais exigentes, como o Google Earth e Skype em videoconferência, sem pestanejar.

O jogo Asphalt 8: Airborne também rodou bem, mas com qualidade gráfica em “regular”; na opção “alta”, o game deu algumas “congeladas” rápidas, mas nada que comprometesse seriamente a sua execução. O que pode incomodar um pouco é o aquecimento na parte traseira do T2 quando há processamento pesado.

Os resultados dos benchmarks não deixam dúvidas de que não estamos falando de um top de linha:

A capacidade de armazenamento é de 8 GB, não havendo versões com mais espaço. O problema é que apenas pouco mais da metade deste total está disponível para o usuário – o restante é ocupado pelo sistema operacional e pelos vários apps instalados de fábrica. Um cartão de memória é praticamente obrigatório, portanto. O T2 suporta microSD de até 32 GB.

Na conectividade, a única decepção fica para a ausência de 4G, que só existe na versão “single-SIM”. No mais, há 3G, Wi-Fi 802.11n, Bluetooth 4.0, DLNA, NFC e a porta micro-USB 2.0. Não notei qualquer problema no uso destas conexões.

Em relação ao áudio, o alto-falante fica na parte traseira e tem a qualidade sonora esperada para um smartphone, ou seja, sem graves e com alguma distorção no volume máximo. Para ter mais qualidade, só com fones de ouvido, como sempre.

Para quem faz questão de utilizar dois cartões SIM, o Xperia T2 Ultra Dual lida bem com eles: é possível manter os dois ativos ao mesmo tempo e definir toques distintos para cada um deles, por exemplo.Bateria

Smartphones grandes dão espaço para baterias com maior capacidade e o Xperia T2 Ultra Dual aproveita bem esta possibilidade: com 3.000 mAh, o componente apresenta autonomia suficiente para o aparelho ser usado o dia inteiro sem que você tenha que se preocupar em ter uma tomada por perto.

No primeiro teste de bateria, executei o filme Salt (1 hora e 40 minutos de duração) via Netflix mantendo o brilho da tela no nível máximo e o Wi-Fi ligado, obviamente. Ao final de quatro execuções seguidas, a carga da bateria havia pulado de 100% para 26%.

O segundo teste envolveu atividades cotidianas: uma ligação de 6 minutos, reprodução em tela cheia de um vídeo em AVI com duas horas de duração e 720p, uso do navegador e de redes sociais via 3G por cerca de uma hora, músicas pelo alto-falante também por uma hora, disparo de 15 fotos e execução do jogo Asphalt 8: Airborne por 30 minutos. Depois de tudo isso, a bateria apresentava carga de 46%.

Mas, se você achar que vai ficar longe de uma tomada por tempo suficiente para a bateria descarregar completamente, pode amenizar a situação ativando o modo STAMINA, que desliga Wi-Fi e redes móveis automaticamente quando o aparelho estiver em modo de descanso para religá-los quando a tela for ativada, além de poder limitar os recursos de hardware.

Quanto ao tempo de recarga, o T2 levou 3 horas e 40 minutos para fazer a carga passar de 10% para 100% com o aparelho ligado diretamente à tomada.

Pontos negativos

  • Resolução de 720p em uma tela de 6 polegadas;
  • É fácil deixar marcas de dedo na traseira do aparelho e na tela;
  • A interface customizada poderia ser otimizada para se adequar melhor ao hardware;
  • O dispositivo tem 8 GB de storage, mas apenas metade fica disponível para o usuário.

Pontos positivos

  • Bateria com ótima autonomia;
  • Desempenho honesto, dadas as especificações do aparelho;
  • Câmera convincente, ainda que não seja a melhor da Sony.

Conclusão

Smartphones com tela de 6 polegadas parecem desajeitados para a maioria das pessoas, mas são mesmo uma opção para quem prioriza o consumo de conteúdo e não quer ou não pode investir em um tablet. O problema é que boa parte dos modelos da categoria afasta interessados por ter preço elevado.

Com o Xperia T2 Ultra Dual, a Sony tenta encontrar um equilíbrio para oferecer o melhor custo-benefício. O modelo escorrega em alguns pontos, como a tela com resolução de 720p em vez de 1080p, mas acerta em outros, como a bateria com ótima autonomia e o suporte a dois cartões SIM, característica que é muito bem vista no Brasil.

É claro que a questão das dimensões de um dispositivo como este deve ser considerada durante a decisão de compra: a não ser que você use uma mochila ou uma bolsa, transportar o T2 não vai ser das tarefas mais triviais. Ao menos a leveza compensa naquelas situações em que você precisa segurá-lo com apenas um mão: 173 gramas é um peso muito bom para um smartphone deste porte.

Como você deve ter notado, é um desliza aqui, compensa dali. De modo geral, o aparelho consegue dar conta da maioria das aplicações, mas provavelmente não irá atender ao usuário mais exigente. Quem tem intenção de adquirí-lo precisa, portanto, estar plenamente ciente de que este é um smartphone de categoria média, do contrário, correrá o risco de se decepcionar.

Apesar dos esforços, o preço sugerido de R$ 1.299 não é de todo vantajoso se levarmos em conta as especificações de hardware. No entanto, já dá para encontrar ofertas mais vantajosas no varejo. Usando um comparador de preços, foi possível encontrar o modelo sendo vendido com preços variando entre R$ 1 mil e R$ 1,1 mil reais em lojas online no dia da publicação deste review.

Especificações técnicas

  • Bateria: 3.000 mAh (Li-Ion, não removível);
  • Câmera: 13 megapixels (traseira) e 1,1 megapixel (frontal);
  • Conectividade: 3G, Wi-Fi 802.11n, GPS, NFC, Bluetooth 4.0 e micro-USB 2.0;
  • Dimensões: 165,2 x 83,8 x 7,7 mm;
  • GPU: Adreno 305;
  • Memória externa: microSD de até 32GB;
  • Memória interna: 8 GB;
  • Memória RAM: 1 GB;
  • Peso: 173 gramas;
  • Plataforma: Android 4.3 Jelly Bean;
  • Processador: quad-core Snapdragon 400 de 1,4 GHz;
  • Sensores: acelerômetro, bússola, giroscópio e proximidade;
  • Tela: IPS de 6 polegadas com resolução de 1280×720 pixels.

Twitter está liberando aos poucos o novo design “Facebook-like”

O Twitter está gradualmente lançando uma grande reformulação de perfis de usuários , a partir de terça-feira. O novo visual , que o Twitter estava testando em fevereiro, acrescenta muito mais informações do usuário e vários novos recursos – e parece bastante semelhante a perfis de usuários do Facebook.

O novo perfil apresenta uma imagem de cabeçalho customizável e da foto de usuário maior . O Twitter destaca os seus tweets que têm o maior engajamento por exibi-los um pouco maior do que o resto . Você também pode fixar um de seus tweets para o topo da página .

Além disso, agora você pode escolher qual linha do tempo quer ver quando estiver olhando uma página de perfil . Você pode ver todos os tweets , tweets com fotos e vídeos apenas , ou apenas tweets e respostas .

Quanto às semelhanças de novos perfis de usuário do Twitter a página de perfil do Facebook, bem, eles são inevitáveis. Há uma foto de perfil quadrado no canto superior esquerdo , e uma grande foto ” tampa ” em cima que domina ambas as páginas , por exemplo. Abaixo da foto do perfil você encontrará as informações básicas sobre o utilizador e abaixo as fotos e amigos. A única diferença real que há em perfis de usuários do Twitter , as fotos são colocadas abaixo de seus seguidores , e no Facebook é ao contrário . Vai ser interessante ver o que os usuários pensam do novo look – especialmente aqueles que não são muito amantes do Facebook .

O novo design de perfil já está disponível para um punhado de celebridades , incluindo Zac Efron, Channing Tatum, Floyd Mayweather e John Legend, e  também para novos usuários . O resto nós vai ter que esperar que o novo visual seja liberado nas “próximas semanas.”

George R. R. Martin libera capítulo INTEIRO do novo livro de Game of Thrones

Não importa se você acompanha cada episódio de Game of Thrones ou se você já terminou de ler todos os livros.

Assim como o inverno, spoilers estão chegando.

George RR Martin lançou um capítulo inteiro de The Winds of Winter, o mais novo livro da série “A Song of Ice and Fire“.

O capítulo é intitulado “Mercy “, depois que o personagem de cujo ponto de vista o leitor tem . Junto com o capítulo, Martin escreveu que ” o novo capítulo é na verdade um capítulo antigo. “

” Mas não, não é que eu tenha publicado ou postado antes” , acrescentou. “Então, é novo na medida em que é um material que ninguém além de meus editores (bem, e Parris , e David e Dan , e alguns outros) jamais viu antes, mas é velho em que ele foi escrito há muito tempo , antecipando alguma das amostras que você já viu. A primeira versão foi , de qualquer forma . tenho reescrito uma dúzia de vezes desde então . ”

Leia um trecho do capítulo, a seguir. Todo o capítulo pode ser encontrado no blog do Martin.

She woke with a gasp, not knowing who she was, or where.

The smell of blood was heavy in her nostrils… or was that her nightmare, lingering? She had dreamed of wolves again, of running through some dark pine forest with a great pack at her hells, hard on the scent of prey.

Half-light filled the room, grey and gloomy. Shivering, she sat up in bed and ran a hand across her scalp. Stubble bristled against her palm. I need to shave before Izembaro sees. Mercy, I’m Mercy, and tonight I’ll be raped and murdered. Her true name was Mercedene, but Mercy was all anyone ever called her…

 

O livro não tem uma data de lançamento , porque Martin ainda não terminou de escrever. Claramente, ele está ou apenas tentando provocar os fãs sem piedade ou provar que ele está realmente trabalhando no sexto livro. Fãs têm manifestado preocupações de que o autor não vai terminar de escrever o livro até que a trama da série de TV o alcance

Mas não se preocupe . Os criadores David Benioff e Dan Weiss disseram a Vanity Fair que sentaram-se com Martin e ouviram o seu plano para cada capítulo futuro (e mesmo quem ganha o Trono de Ferro ), apenas para saber 😉 .

A quarta temporada da série da HBO baseada nos livos( esta temporada centra-se na segunda metade do livro três) vai estrear em 6 de abril .

Cientista de Harvard descobre gene Wolverine

O cientista George Daley, da Universidade de Medicina de Harvard, descobriu acidentalmente um gene com poder semelhante ao do personagem Wolverine. Ou seja, consegue acelerar a cicatrização de sangramento e lesões. As informações são do portal CNET.

O gene se chama Lin28a. Ele se forma no organismo quando o bebê ainda está em formação na barriga da mãe. O problema é que o gene perde força ao longo do crescimento do ser humano, como se adormecesse.

Mas Daley acredita que é possível despertar esse gene em pessoas adultas. Ao fazer isso, seria possível acelerar o processo de cicatrização de tecidos, algo muito importante em cirurgias e outros processos cirúrgicos.

O cientista descobriu esse poder do gene enquanto fazia experimentos sobre o câncer. Daley e sua equipe fizeram pequenos furos nas orelhas das cobaias com o gene Lin28a. Foi quando repararam que os furos se regeneraram quase instantaneamente. Então, fizeram cortes nos dedos dos pés e rasparam os pelos das costas. E o gene fez com que crescessem em uma velocidade mais rápida que a habitual.

Os pesquisadores acreditam que o gene pode estar ligado a um sistema de autorrenovação das células-tronco. Isso daria aos pacientes habilidades especiais de regeneração. “Parece ficção científica, mas Lin28a poderia ser parte de um coquetel de cura que daria aos adultos a capacidade de reparação dos tecidos”, disse Daley ao CNET.

As melhores extensões para o Chrome em 2013 – Parte 1

Apesar do aumento da concorrência de Internet Explorer da Microsoft , o Google Chrome continua sendo nossa escolha em browsers.

A Versão 27 ainda tem o melhor suporte HTML5, o tempo de resposta incrível e segurança, um built-in Flash player e leitor de PDF , marcador e preferências de  sincronização entre computadores e até mesmo tablets , e a melhor interface minimalista entre qualquer navegador .

Mas isso não é suficiente para os verdadeiros aficionados do navegador. Precisamos de extensões.

O apoio do Google Chrome por complementos explodiu em apenas quatro anos , com uma biblioteca de extras que agora quase rivaliza com q que o Firefox possui.

Ao invés de tropeçar através de intermináveis ??corredores de entradas na loja Chrome no entanto , navegar através de nossa lista arrumada das 90 extensões que todos devem considerar, abrangendo categorias como segurança, guias e produtividade. Esta lista não inclui “apps “, que também são populares na loja Chrome , esses são essencialmente links para selecionar sites de aplicativos da Web e, freqüentemente, podem ser usado com as novas extensões de guias para torná-los mais fáceis de acessar . Esta lista tem tudo a ver com reais extras que ampliam e melhoram a sua experiência de navegação , às vezes de maneiras que você pode não ter pensado ser possível. Em alguns casos, pode ser nada mais do que uma conveniente novo menu drop -down. Em outros, ela poderia ser uma extensão que muda completamente como você usa um site ou vários sites .

Há uma série de extensões específicas para o Google e seus serviços, o que não é surpreendente, considerando o Chrome é o navegador do Google . A maioria das extensões funcionam em vários sistemas operacionais , para que você possa experimentá-las em qualquer plataforma desktop. O melhor de tudo , todas as extensões mencionadas aqui são inteiramente livres , então não há nenhum mal em dar a cada um deles uma tentativa. Se você não gosta dela, apenas entre em chrome://extensions , onde você pode desativar ou remover qualquer ou todos eles. Você também pode clicar com o botão direito no ícone de uma extensão na barra de ferramentas para removê-la .

Blogging

ScribeFire

Nunca deixe Chrome novamente quando for escrever aquele post interessante. O  ScribeFire é um aplicativo completo para blogging que funciona dentro do seu navegador. Ela abre uma guia com todas as informações sobre seu blog pré-definido ou blogs , com um grande espaço de edição para criar o conteúdo.

Conteúdo relacionado por Zemanta

Zemanta é o melhor amigo do blogueiro. Disponível para vários sistemas operacionais , navegadores e sistemas de blogs , esta extensão ajuda a inserir imagens e links de artigos relacionados. Ele utiliza fontes de grandes sites de imagens como o Flickr, e sites de conteúdo como a Wikipedia , IMDB, e muitos mais.

 

 TELA / página de captura

Awesome Screenshot Capture & Annotate

Não se limite a screenshots básicas. Torne-os incríveis anotando -os com formas , setas e comentários de texto . Um clique carrega uma imagem até a  AwesomeScreenshot.com para compartilhamento.

Chromapaper

Sim, existe uma extensão de barra de acesso rápido para o Instapaper , mas é muito chato em relação a Chromapaper . Ele permite que você leia o que você já salvou para o serviço Instapaper offline.

Clearly

Clearly, criado pelar Evernote , garante que as páginas que você ler on-line estejam limpas e claras. Ela pega o texto de um artigo principal e coloca em uma página livre de distrações personalizável. Melhor ainda, se você gosta do artigo, você pode salvá-lo de imediato para o Evernote para ler sempre que quiser.

Diigo Web Collector

Apelidado de ” multi- ferramenta para a gestão do conhecimento pessoal”, Diigo é uma agradável mistura de bookmarking social (lembra-se do Delicious? ) e grabber de nformação completa como o  Evernote . Esta extensão coloca -o para trabalhar , permitindo que você  marque, arquive e faça anotações em tudo que você vê online.

dotEPUB

EPUB é o formato ideal para os leitores de e-books , como o Nook ou Kindle. Quando você encontrar um artigo online que prefere ler mais tarde em seu dispositivo, utilize dotEPUB traduzir instantaneamente o texto para esse formato. (É com você para colocar o arquivo no seu dispositivo. )

Evernote Web Clipper

Evernote é a maneira principal para copiar e armazenar tudo o que você vê online que vale a pena manter. Esta extensão torna isso mais fácil, isolando o que ela vê como o conteúdo principal da página, e permitindo armazenar apenas isso. Você pode pesquisar por tudo isso mais tarde usando Evernote.com ou o software off-line e aplicativos.

FireShot

Não há falta de ferramentas de captura de tela no Chrome, mas o FireShot é um favorito. Ele pode capturar uma página inteira (mesmo o que você não pode ver) , a parte visível , a janela do navegador todo, ou apenas o que você selecionar . Ele pode enviar a nova imagem para um editor, salvá-lo (mesmo em formato PDF ) , carregá-lo, imprimi-lo , copiá-lo e enviá -lo.

Lightshot

Lightshot é uma ferramenta de captura de tela mais recente, leve, que funciona com um toque da tecla print-screen , ou a partir da barra de ferramentas do Chrome. Ele tem um arsenal completo de ferramentas ao seu dispor, desde upload-para-compartilhar até anotações. Ela ainda envia instantaneamente o que você captura para o Google para fazer uma pesquisa para imagens semelhantes.

Pocket

Pocket (antigo Read It Later) é um faz tudo com relação a ler o conteúdo que você encontrar… mais tarde. Configure uma conta e comece a salvar o conteúdo com a extensão do Pocket, botões de favoritos ou apps. Um clique “Pocket ” o seu conteúdo para que você possa acessá-lo a qualquer hora e até mesmo off-line – em todos os seus dispositivos . O conteúdo não se limita ao texto , você pode armazenar vídeo para assistir mais tarde também.

Readability

Configure uma conta no Readability em primeiro lugar, em seguida, instale esta extensão. Clique no menu drop -down para a opção de ler agora em uma interface clara, organizada; leia mais tarde, quando você visita a sua conta Readability.com; imprima; compartilhe através de redes sociais, ou envie mensagens de texto para o seu Kindle para ler quando estiver em trânsito.

 

Logo mais as partes 2, 3 e 4 😉

 

Twitter Cards: Como usar e configurar para seu blog!

O Twitter está lentamente implantando essa tecnologia experimental chamada Twitter Cards que torna possível para você anexar experiências de mídia para seus tweets que apontam para o seu conteúdo .

Está muito semelhante ao status do Facebook . Quando você colar um link , ele adiciona uma pré-visualização com o título , o resumo, e miniaturas do conteúdo da página.

Neste artigo, vamos mostrar-lhe como adicionar cartões do twitter no WordPress.

Como o Twitter Cards funciona?

Quando o seu tweet tem um link para um site que tem cartões do twitter habilitados , há uma opção para ver resumo. Toda vez que outro usuário clica no tweet, ele vai ver este resumo como a imagem abaixo. Você pode ver o exemplo vivo , indo para a nossa página do Twitter .

A maior vantagem de ter cartões do twitter é que ela aumenta o número de pessoas que seguem as suas contas do twitter através da atribuição de conteúdo. Muitas vezes as pessoas twittam seus links sem dar-lhe a devida atribuição . Temos notado isto especificamente de alguns curadores de conteúdo populares. Eles vão twittar nossos artigos , sem qualquer via @andrereu ou RT @andrereu. Este é o seu direito , mas nós / você como editores perdem especialmente quando outras pessoas retuitam o seu conteúdo com atributos de outra pessoa.
Por exemplo,  o @bobagento dá retweet em um post do @andrereu sem atribuição para o @andrereu . Em seguida, outra pessoa dá retweet no @bobagento, então os outros são mais propensos a seguir o @bobagento ao invés de seguir o @andrereu.
Muitas vezes, os curadores de conteúdo fazem isso para manter o comprimento do tweet curto e garantir retweets de seus próprios tweets. Com os cartões do twitter , este problema é resolvido , porque você obtem crédito para seu site a partir de cada tweet que menciona o seu artigo. Nota: não estamos mexendo com curadores de conteúdo. Esta é uma falha de 140 limite de caracteres e o Twitter está ajudando a corrigi-la com os Twitter cards .
Por exemplo, quando Ana twittou o nosso artigo, ela não mencionou @andrereu . Mas por causa de cartões do twitter configurados no WordPress , temos todo o crédito e exposição.

Agora que você sabe os benefícios de cartões do twitter , vamos dar uma olhada em como implementar em WordPress.

Como adicionar Twitter Cards em WordPress

Existem duas maneiras de adicionar cartões do twitter no WordPress. Vamos dar uma olhada em uma delas.

Método 1: WordPress SEO by Yoast Plugin

Se você estiver usando o plugin WordPress SEO by Yoast, então você está com sorte. Yoast foi construído com integração para cartões de Twitter, então ligá-lo é uma questão de poucos cliques. Vá para a página de configurações ” social” do WordPress SEO by Yoast. Marque a caixa Adicionar os dados do cartão de meta Twitter . Insira o username do twitter do seu site .

A próxima coisa que você precisa fazer é ir para sua página de perfil do usuário , em Usuários » Meu Perfil. Você verá um novo campo sob Informações de Contato para o seu nome de usuário do twitter. Digite seu nome de usuário do twitter lá. Se você estiver executando um site multi- autor, em seguida, informe seus autores a concluir esta parte em seu perfil.

Etapa final: se inscrever para participar

Só porque você adicionou o suporte aos Twitter Cards em seu site , não significa que eles irão aparecer no site do twitter.

Citamos a documentação oficial dos Twitter Cards:

Estamos no processo de trazer essa nova experiência de visualização de conteúdo para usuários no Twitter . E nas próximas semanas , queremos gerar visualizações de conteúdo para mais sites de toda o web . Para participar do programa, você deve ( a) ler a documentação abaixo , ( b) determinar se você deseja apoiar Twitter cartões, e então ( c) aplicar-se a participar.

Assim, fica claro que você tem que se aplicar para ter esta função ativada para o seu site. Nós aplicamos para o Andrereu, e foi aprovado relativamente rápido .

Aqui está o que você precisa fazer para aplicar :
Teste o seu site com a ferramenta de visualização
Preencha este formulário para aplicar

No formulário de candidatura , você não tem que enviar a URL para o cartão da foto e também o URL para o player Card. Apenas envie o URL de exemplo cartão de resumo , que pode ser qualquer post único em seu site.
É isso aí. Desfrute de seus cartões do twitter na integração WordPress.

 

O método 2 consiste em fazer a adição na mão, e não aconselho. 😉

A tecnologia por trás dos HDs de 100TB!

Ficando sem espaço de armazenamento? Graças aos engenheiros da Universidade Internacional da Flórida, discos rígidos com 100TB ou mais de espaço de armazenamento podem estar chegando .

A maioria das descobertas de armazenamento magnético ter sido fundamentalmente 2D na sua implementação, e , portanto, são , em última análise restrito por limites super- paramagnéticas: Bits magnéticos só podem ser tão pequenos diante de pedaços vizinhos ou mudanças de temperatura podem alterar aleatoriamente o magnetismo. Portanto, a única solução é ir  além de simples melhorias – para a terceira dimensão .

Os pesquisadores  da UIF criaram um novo prato de disco rígido que permite a escrita e leitura de dados magnéticos 3D. Em essência, em vez de ter apenas uma camada magnética , o novo prato tem três, com camadas de isolamento imprensado entre eles. Em um prato convencional de disco rígido , um local magnético aloja apenas um único bit de dados , aqui , cada site magnética pode armazenar até oito ( norte/norte/norte, sul/sul/sul, N/N/S , N/S/S , e assim por diante ) .

esquema_hd_100tbs

Para ler os dados , uma cabeça fracamente magnética mede a soma vetorial dos três campos magnéticos. Para gravar dados , cada camada do meio de gravação tem propriedades ligeiramente diferentes , de modo que eles só podem ser escritas por um tipo específico e de força do campo magnético , o qual é emitido por uma cabeça de gravação especial .

Por enquanto, a nova mídia de gravação magnética da FIU é uma tech demo de laboratório. Considerando que pratos do disco rígido convencionais são produzidos em massa através de um processo simples chamado pulverização catódica , os pratos da FIU são mais como um pequeno disco de silício que passa por dezenas de processos meticulosos , incluindo padronização litográfica  e-beam. Isso não quer dizer que multicamadas 3D (ML- 3D) de gravação não vai se tornar uma realidade, mas alternativas como gravação magnética assistida por calor estão muito mais perto de adoção comercial .

Esse ML- 3D pode ser usado para criar discos rígidos de 100TB ou maiores no futuro , no entanto, ainda é notícia emocionante e , curiosamente, talvez a tecnologia que vai finalmente matar a fita magnética , que ainda está pendurado lá como o preferido meio de armazenamento off-line em massa.